sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A teoria da mente



Os pesquisadores Uta Frith, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College de Londres, e Simon Baron-Cohen, desenvolveram, na Inglaterra, uma hipótese para compreender o autismo do ponto de vista psicológico: a teoria da mente. Segundo essa tese, a principal anormalidade do autismo é a incapacidade de construir elaborações sobre a mente alheia. Existe no cérebro um circuito neuronal especializado que nos permite pensar sobre nós mesmos e sobre o outro – e assim criar formulações sofisticadas, prevendo o comportamento de seus semelhantes. Essa compreensão oferece respaldo à capacidade de cooperar e aprender com o próximo. Em suma, possibilita a interação social. A maioria das pessoas autistas, no entanto, não compreende que cada um tem os próprios pensamentos e pontos de vista e um modo único de ser. Consequentemente, elas não entendem crenças, emoções e atitudes alheias.

Para explicar alguns sintomas secundários do autismo – hipersensibilidade, ausência de contato visual, aversão a determinados sons – foi criada a teoria do mapa topográfico emocional. Na criança sem o transtorno, as informações sensoriais são enviadas para a amígdala, a porta de entrada do sistema límbico, uma área responsável pelo processamento de emoções. Usando o conhecimento armazenado, a amígdala determina a resposta emocional que deve dar a cada estímulo que recebe e, com o tempo, cria um mapa topográfico dos significados emocionais do ambiente. Naqueles que sofrem do distúrbio do espectro autista, porém, as conexões entre amígdala e áreas sensoriais tendem a apresentar distorções, o que na prática resulta em reações emocionais extremadas a estímulos e fatos sem importância e descaso em relação ao que é fundamental para as outras pessoas.

O texto acima é um trecho da matéria "Pais racionais, crianças autistas". Para ler essa e outras reportagens na íntegra, adquira Mente e Cérebro 249 (Outubro) – Transtorno do pânico

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Aprender uma atividade nova é a melhor forma de ter uma mente saudável


Pesquisadores americanos concluíram que passar a vida fazendo palavras-cruzadas não é suficiente para manter o cérebro de pessoas idosas em forma

Existem muitas provas de que manter o cérebro ativo ajuda na saúde mental de pessoas idosas. Esse benefício, no entanto, não parece ser o mesmo para todas as atividades intelectuais. Segundo um novo estudo americano, aprender uma nova atividade e desafiar a mente o tempo todo é mais eficiente do que insistir em um hábito antigo. Ou seja: passar a vida toda fazendo palavras-cruzadas não será tão benéfico ao cérebro de uma pessoa quanto aprender a fotografar em uma câmera digital de última geração, por exemplo.

O estudo, feito na Universidade do Texas em Dallas, nos Estados Unidos, avaliou 221 pessoas de 60 a 90 anos. Os voluntários foram orientadas a realizar alguma tarefa intelectual 15 horas por semana, durante três meses. Alguns dos participantes aprenderam uma nova atividade, como tirar fotos em câmeras digitais, enquanto outros fizeram atividades que já conheciam, como montar um quebra-cabeça. Outros participantes destinaram esse tempo a eventos sociais, a exemplo de pequenas viagens.

Os autores avaliaram a cognição dos participantes no início do estudo e três meses depois das tarefas. A equipe descobriu que os participantes que aprenderam uma atividade nova apresentaram uma melhora na cognição em comparação ao restante dos voluntários. 

"Os resultados sugerem que o engajamento em alguma atividade por si só não é suficiente. É preciso fazer algo diferente, desafiador e estimulante", diz Denise Park, coordenadora do estudo, publicado no periódico Psychological Science. "Quando você está em uma zona de conforto, pode estar fora de uma zona de melhora para o cérebro."

Fonte: Veja 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ataques de Pânico


Os ataques de pânico não são uma doença!

Um Estado de pânico é um fenômeno físico resultante do processo de ansiedade. Falamos em pânico quando se sente um nível extremo de ansiedade.
A ansiedade é um fenômeno físico de reação á emoção medo, provocado pela libertação de adrenalina no sangue pelas glândulas supra-renais.
Em momentos de ansiedade é libertada adrenalina em quantidades abundantes preparando o organismo para grandes esforços físicos, estimulando o coração, elevando a tensão arterial, relaxando certos músculos e contraindo outros.

E quando o Pânico é um problema?

Por vezes, como efeito secundário de medicação, drogas ou de debilidades físicas diversas, existe uma libertação de adrenalina em excesso causando assim um colapso físico, sentindo-se um estado de Pânico... sem o ser.
Este colapso físico tendo sintomas semelhantes à ansiedade, faz com que a mente acredite poder estar num estado iminente de morte (perigo), e aqui pode iniciar-se o primeiro evento do síndroma do pânico. A partir deste evento isolado de pânico pode gerar-se o medo de sentir novamente o pânico!
Quem sofre desta perturbação sente uma ansiedade máxima em situações inexplicáveis, não conseguindo reconhecer os medos que lhes são inerentes.
A maior parte das vezes, as pessoas que sofrem desta perturbação não são corretamente diagnosticadas devido a dificuldade que muitas vezes existe em detetar este síndroma, o que leva frequentemente a pensar que são apenas episódios de ansiedade simples.

Sintomas mais frequentes:

- Dificuldade respiratória ou sensação de estar a sufocar
- Vertigens, instabilidade ou desmaio
- Palpitações ou ritmo cardíaco acelerado
- Tremuras ligeiras ou acentuadas
- Sudação
- Falta de ar
- Náuseas, dor de estômago ou diarreia
- Sensação de irrealidade, estranheza ou separação do meio envolvente
- Sensações de adormecimento ou de formigueiros
- Ruborização ou calafrios
- Dor ou incomodidade no peito
- Medo de morrer
- Medo de «tornar-se louco» ou de perder o controlo

Estes sintomas são tão fortes, que ao acreditarmos que vamos morrer, criam-se só por si um trauma inconsciente e resistente que provoca um processo mental profundo e contínuo de afastamento de todas as experiências que interpretamos na altura serem a causa do colapso físico vivido. Como a nossa mente não conseguiu entender que as causas reais deste colapso tiveram na sua origem uma debilidade física, relaciona os fatores externos que aconteceram nesse momento, como por exemplo: o lugar e as circunstâncias onde estavam, os pensamentos que tinham, como experiências agressoras e perturbadoras a evitar no futuro.

Este processo mental errôneo provoca uma ansiedade elevadíssima todas as vezes que se está perante estas experiências consideradas agressoras. As pessoas perturbadas com este síndrome são levadas a pensar que têm fobias diversas quando na verdade o que sentem é um medo extremo de estar expostas a experiências que a mente inconsciente considera como sendo agressoras.
Fonte: Clínica da Mente


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Aposentaria para pessoas com deficiência

Vai entrar em vigor, a partir do mês que vem — dia 8 de novembro — a lei que concede aposentadoria especial para pessoas com deficiência no Regime Geral de Previdência Social. A proposta foi apresentada em 2005 e foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em maio deste ano.



A medida determina a redução da idade e do tempo de contribuição para a concessão da aposentadoria ao segurado com deficiência, dependendo de sua gravidade.

De acordo com o texto, o termo se aplica a pessoas com impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais.

Segundo a Lei Complementar, no caso de deficiência grave o tempo de contribuição à Previdência Social é reduzido em dez anos – ficando em 25 anos para homens e 20 para mulheres. Em casos de deficiência moderada, o tempo necessário para a aposentadoria passa a ser de 29 anos para os homens e 24 para as mulheres. Em casos leves, 33 e 28 anos, respectivamente.

Fonte: O Regional

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Paralisia Cerebral


Definição

A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas à várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo.

O paciente permanece o período integral na instituição retornando ao final do dia para o convívio familiar.

Causas e Tipos

No que diz respeito às causas, elas podem ser atribuídas:

1. Pré-natais: aquelas que ocorrem antes do nascimento
2. Peri-natais: aquelas que ocorrem durante o nascimento
3. Pós-natais: aquelas que ocorrem após o nascimento
Há ainda aquelas desconhecidas, nas quais não se consegue detectar a causa ou etiologia.

Quanto aos tipos de Paralisia Cerebral, são fundamentalmente quatro:

- Espástico
- Atetósico
- Atáxico
- Flácido
O mais comum é o tipo Espástico e o mais raro é o tipo Flácido.

Tratamento

Quanto ao tratamento, este consiste em atendimento de uma equipe multidisciplinar, envolvendo neuro-pediatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudióloga e algumas vezes professores especializados.

Casos há que necessitam suporte medicamentoso, quando existe associação de Paralisia Cerebral com Epilepsia ou quando é intensa a espasticidade, sendo então recomendado o uso de relaxantes musculares.

Prevenção

A prevenção da Paralisia Cerebral envolve aspectos os mais diversos, que consistem principalmente em:

- Evitar casamentos consangüíneos;
- Fazer pré-natal regularmente, desde o momento, e até antes, da gravidez;
- Não ingerir bebidas alcoólicas;
- Não usar drogas e evitar o uso de qualquer medicamento;
- Não fumar e evitar contato com fumantes;
- Evitar situações conflitantes que possam levar ao “stress”.

Fonte: Cruz Verde

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

PROJETO DA USP BUSCA ENTENDER AUTISMO COM CÉLULAS DE DENTE DE LEITE

O projeto A Fada do Dente, desenvolvido pela bióloga Patrícia Beltrão Braga, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), da Universidade de São Paulo, em parceria com o professor e neurocientista Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia, arrecada dentes de leite de crianças com autismo. Com as células da polpa do dente, os pesquisadores realizam uma reprogramação celular, transformando-as em células-tronco que são diferenciadas em neurônios. Esse processo permite identificar diferenças biológicas nos neurônios com autismo, estudar seu funcionamento e até mesmo testar drogas. O projeto recebe dentes de crianças de todo o Brasil.



Para liderar o projeto, a pesquisadora aprendeu a técnica de reprogramação celular desenvolvida pelo médico japonês Shinya Yamanaka, vencedor do prêmio Nobel de medicina de 2012. Esse método é capaz de reprogramar uma célula já adulta (no caso células da pele), transformando-a em uma célula-tronco semelhante às embrionárias, ou seja, as células maduras são rejuvenecidas até a fase correspondente a 6 ou 7 dias após a fecundação do óvulo com o espermatozoide.

Patrícia escolheu as células da polpa do dente por ter familiaridade no trabalho com elas e pela facilidade de obtenção. Os testes ainda estão no início, mas já são um avanço em comparação com o que se descobriu nos últimos 20 anos.
Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Melhores Momentos Baile Aminucleus 2013

No Dia 13 de Setembro realizamos o Baile Aminucleus 2013 no Clube Sírio BH em comemoração dos seus 15 anos. Foi um evento sensacional que contou com a presença de pais, profissionais, parceiros e amigos da instituição. Tudo foi minunciosamente pensado para atender da melhor forma as expectativas dos nossos convidados.
Além do lindo espaço, tivemos um maravilhoso buffet.


Tivemos ainda o "Concurso Stela" onde os convidados escolheram o desenho que será colocada no Cartão de Natal Aminucleus 2013, foram 18 desenhos lindos sendo que o ganhador foi o desenho número 7 da aluna Bárbara Pimentel representada pelo professor Júlio.




Outro momento inesquecível foi comandada pela Banda Sanremo, parceira há vários anos. Todo o show foi regado com muita dança e animação dos convidados, um verdadeiro espetáculo!



O nosso muito obrigado a todos que compareceram =)


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Saiba como lidar com pessoas com deficiência visual

Muitas pessoas não sabem como agir quando se deparam com uma pessoa com deficiência visual. Muitas vezes existe uma inibição pelo medo de ofender a pessoa que pretende-se ajudar, por este motivo separamos alguma dicas que garantirão mais tranquilidade ao se comportar e ajudar o próximo:


  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.
Fonte: Câmara

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Seminário discute Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência

Sancionada no último dia 8 de maio pela presidente Dilma Roussef, a Lei Complementar nº 142, que concede aposentadoria especial para pessoas com deficiência no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), será tema de seminário na Câmara Municipal de Belo Horizonte no dia 29 de agosto, a partir das 14h, no Plenário Amynthas de Barros. A norma foi proposta em 2005 pelo então deputado federal Leonardo Mattos (PV), hoje vereador em Belo Horizonte. O Executivo tem prazo de 180 dias para regulamentar a lei, que entra em vigor em novembro.

Aprovada no Senado e na Câmara Federal, a Lei Complementar 142, de 8 de maio de 2013, determina a redução da idade e do tempo de contribuição para a concessão da aposentadoria ao segurado com deficiência, dependendo de sua gravidade. De acordo com o texto, o termo se aplica a “pessoas com impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais”.

Com a finalidade de explicar a nova lei aos afetados e a toda a sociedade civil, além de debater questões referentes à sua regulamentação e aplicação, a Câmara Municipal promoverá um seminário no dia 29 de agosto, a partir das 14h. A programação do evento inclui palestras do autor da lei, vereador Leonardo Mattos (PV), cadeirante desde os 22 anos, um dos fundadores da Associação Mineira de Paraplégicos (AMP) e defensor ativo dos direitos e da dignidade das pessoas com deficiência, além de representantes do INSS em Belo Horizonte.

Confira a programação completa do evento e faça sua inscrição. As vagas são limitadas. O seminário também será transmitido ao vivo pela Web TV, no endereço eletrônico da TV Câmara.

O que a lei determina
A nova lei garante a concessão de aposentadoria pelo INSS às pessoas com deficiência nas seguintes condições: aos 25 anos de contribuição, se homem, e 20 anos, se mulher, no caso de deficiência grave; aos 29 anos de contribuição, se homem, e 24 anos, se mulher, no caso de deficiência moderada; aos 33 anos de contribuição, se homem, e 28 anos, se mulher, no caso de deficiência leve; ou aos 60 anos de idade, se homem, e 55 anos de idade, se mulher, independentemente do grau de deficiência, desde que cumprido tempo mínimo de contribuição de 15 anos e comprovada a existência de deficiência durante igual período.

O texto dispõe ainda sobre casos de deficiência anteriores à data da vigência das novas regras e sobre o cálculo da renda mensal da aposentadoria devida ao segurado com deficiência.

Regulamentação 
De acordo com Leonardo Mattos, para a efetivação da norma, que entra em vigor a partir do dia 8 de novembro de 2013, é necessário um decreto que regule sua aplicação e defina os tipos de deficiência a serem considerados como leves, moderadas e graves. O texto dá prazo de 180 dias para que o Executivo regulamente a lei.

No dia 23 de julho, o Ministério da Previdência Social publicou no Diário Oficial da União as Portarias 333 e 334, que instituem grupos de trabalho interministeriais com a finalidade de discutir e elaborar minuta de anteprojeto do decreto e homologar o instrumento a ser aplicado pela perícia do INSS na avaliação do grau da deficiência para concessão do benefício à pessoa com deficiência, bem como estabelecer as definições necessárias à sua aplicação. “Esses grupos de trabalho significam mais um avanço para que a concessão de aposentadoria especial para pessoas com deficiência entre em vigor no país”, comemorou o parlamentar.

“Fazendo história”
Apresentada há oito anos por Mattos, então deputado federal, a Proposta de Lei Complementar (PLP) 277/2005 teve aprovação praticamente unânime na Câmara e no Senado em Brasília. A matéria regulamenta o artigo 201, §1º da Constituição Federal, que cria a possibilidade de diferenciação na concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social para os segurados com deficiência.  Após ser aprovado na Câmara Federal em 2010, o projeto recebeu o nome de PLC 40/2010.

Para o autor, a lei busca cumprir a máxima de que todos são iguais perante a lei, tratando de forma igual aqueles que são iguais e de forma desigual os desiguais. Segundo ele, milhões de trabalhadores com deficiência enfrentam diversas dificuldades diariamente. “Muitas pessoas com deficiência se aposentam prematuramente por invalidez, pois não têm o tempo de contribuição nem a idade que são exigidos pela legislação”, relata.
Mattos explicou ainda que o nível de degradação do corpo das pessoas com deficiência é diferenciado. “Durante nossa atividade laboral, sentimos um desgaste maior tanto nas partes do corpo que possuem deficiência quanto no organismo como um todo. Por isso, sem esta Lei éramos obrigados a nos aposentar por invalidez”, lamentou.

De acordo com o vereador, a sanção da lei encerra um ciclo de 30 anos de luta por direitos. “Primeiro lutamos para garantir o emprego para as pessoas com deficiência. Agora, lutamos para que tenhamos um regime de aposentadoria diferenciado. Estamos fazendo história”, destacou Mattos.
Fonte: Leonardo Mattos

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mobilização contra fim de manutenção de escolas especiais pelo MEC

Representantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de diversas cidade do Estado realizaram, no dia (7/8/13), uma manifestação em frente à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os manifestantes temem que o Plano Nacional de Educação acabe com as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e também com as escolas exclusivas para as pessoas com deficiência. A mobilização teve o apoio do vereador Leonardo Mattos (PV) e de diversos parlamentares.


O texto que tramita no Senado Federal determina que estudantes com algum tipo de deficiência e que tenham entre 4 e 17 anos sejam matriculados na rede regular de ensino.

De acordo com Leonardo Mattos, defensor das escolas especiais, deve se proteger o direito de escolha das famílias de optarem por seus filhos estudarem em uma escola especializada ou em uma comum. “A construção de uma política de inclusão sensata, justa e eficiente não pode partir do pressuposto da obrigatoriedade”, argumentou.

Para o vice-presidente da Federação das APAES/MG, Sergio Sampaio, a inclusão pode não trazer benefícios. “A ideia da permaneciam das escolas especiais são para aquelas pessoas com deficiência com maior comprometimento, sendo que a escola comum ainda não dá conta de atende-los de forma adequada, disse.

Em todo o país cerca de 250 mil pessoas frequentam as mais de 2 mil APAES. Em Minas são 430 unidades. 

Fonte: Site Leonardo Mattos

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Inclusão sem Limites

A mostra Inclusão sem Limites foi um sucesso. Foi entre os dias 18 de Junho e 11 de Julho na Biblioteca da Universidade Fumec no bairro Cruzeiro. 
Abaixo estão algumas telas e mandalas que estavam em exposição... lindas!













sexta-feira, 12 de julho de 2013

Oficina Interativa

No último dia 04 tivemos uma oficina interativa com a participação dos pais. Foi um momento muito bacana onde os alunos, pais e professores fizeram uma tarde com duas atividades muito interessantes. A atividade que enfatizaremos neste post foi a pintura, a segunda relataremos em um outro post. 
Na atividade de pintura conduzida pelo professor Júlio, os alunos foram orientadores ajudando os pais a produzirem quadros, assim como eles aprendem na Nucleus.

As telas e as tintas foram disponibilizadas e.......mãos à obra! Os familiares se saíram muito bem com a ajuda dos nossos queridíssimos alunos. Tais atividades são muito importantes para crescimento e socialização, além de haver acompanhamento por parte dos pais.
No final vimos um resultado muito positivo. Além de muita diversão vimos como resultado lindos quadros.





quinta-feira, 27 de junho de 2013

"Inclusão sem Limites"


Acontece na Biblioteca da Fumec até o dia 02 de Julho. Há dois quadros de nossos alunos (os dois da direita). Visite e prestigie os alunos da Nucleus Atividades.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Roda de Capoeira Nucleus

"Aliar a capoeira à educação pode gerar uma melhora muito significativa na vida escolar de crianças e adolescentes, produzindo maior rendimento dos alunos e resgatando valores como respeito, amizade, companheirismo. Muitas escolas públicas e particulares já incluíram a capoeira como atividade intra e extracurricular, despertando a criança para a prática do esporte desde a mais tenra infância e criando atletas para o futuro". (MENDES, 2006, p.74)
A Nucleus, entre suas diversas atividades, oferece a capoeira e acredita no seu poder de interação e estimulação. Confira as fotos da roda de capoeira realizada no dia 19 de Maio em frente à Igrejinha da Pampulha.